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Matérias sobre ADCC

MUNDIAL ADCC 2011

Postado por: Combat Br - novembro - 22 - 20101 Comentário

Chaves/Blacket  —  Informações  —  Fotos

O ADCC 2011 já começa a esquentar as turbinas para o Maior Evento de Luta Agarrada do Planeta – 8º World Championship ADCC – 2011, que acontece nos dias 24 e 25 de setembro, em Nottingham, Inglaterra, e você conferem em primeira mão as últimas atualizações do evento, como os atletas confirmados e a programação.

As novidades para 2011 são: A pesagem verificada  antes da primeira Luta e a  Super luta Master entre Renzo e Zé Mario.

Veja o cronograma completo do Mundial do ADCC

ADCC 2011
Data: 24 e 25 de setembro
LOCAL: Capital FM Arena Nottingham – Londres

Capital FM Arena Nottingham, tem capacidade para 10,000 pessoas onde  apresenta os melhores eventos de musica, comédia e esporte, com grande experiência em entretenimento  atrai grandes eventos mundiais tornando-se a primeira escolha da região para entretenimento. 

Com facilidades no transporte a Arena está de fácil acesso no País, quando você chegar encontrará uma cidade com os melhores bares, restaurantes, lojas e hotéis ao redor.  

A própria região é baseada no Centro Nacional do Gelo e centro de excelência para esporte de gelo no REINO UNIDO. Atrai muitos patinadores do país e  ao treinamento fundamentado para a GB Velocidade Patinagem Esquadra e o GMB Nottingham Panteras gelo hóquei time. 

Ingressos e site da arena:  www.capitalfmarena.com

INGRESSOS:

Ingressos estão à venda entre £40 e £75 (mais taxa de registro) para um ingresso de dois dias de fim de semana.

Você pode reservar pelo telefone 24 horas através do numero 08444 124 624 08444 124 624 ou pessoalmente no FM Arena Caixa Escritório

Preços: £40.00, £50,00 e £75.00 (mais taxa de registro) 

Sexta, 23: Pesagem às 4pm na arena, com conferência de regras

Sábado 24: Início do campeonato às 13hs, encerrando com Renzo vs Sperry

Domingo 25: Início às 14hs após teremos o Absoluto e Super Luta: Jacaré vs Bráulio

informações: Wagner Gomes  wagnergomes@adccbrazil.com.br

5521 78642029 ou id. 10*2001

SELETIVA 2007: FEMININO

Postado por: Combat Br - novembro - 22 - 2010Adicionar comentário

“Luta é nossa vida, então não tem como darmos muita bola para essa história de ser musas do evento”, começa a gaúcha Caroline De Lazzer, vice até 67 kg, faixa preta da Sul jiu-jitsu e wrestler cotada para vaga no Pan 2007. “Mas que o ADCC agora fica mais florido, isso é. E que mulher que não gosta de elogios?”, baixa a guarda. Se é assim, vamos lá: nossa primeira seleção feminina formada para a guerra de Abu Dhabi tem tudo para atropelar nos tapetes da Sovereign Bank Arena, em Trenton, NJ, ajudando a manter aqui os títulos conquistados em 2005 por Kyra Gracie (até 67kg) e Juliana Borges (acima de 67kg) e absoluto.

Com finais marcadas por variadas finalizações e lutas cheias de reviravoltas, as mulheres das novas divisões de peso (até 55Kg, até 60Kg, até 67Kg e acima) comprovaram que o esporte continua evoluindo. E, se já eram velhas conhecidas dos fãs no Brasil, as campeãs Bianca Andrade, Vanessa Porto, Hannete Quadros e Rosângela Conceição agora afiam as unhas para conquistar a América.

A alagoana Bianca, por exemplo, já chega ao ADCC 2007 como a mulher a ser batida até 55 Kg. Em qualquer esporte em que for desafiada, aliás, já que é a campeã de surf, body – boarding e o que mais resolver competir. Campeã mundial de jiu – jitsu desde 2001, na seletiva Bianca venceu a eterna rival Letícia Ribeiro por 3 a 0 e, na decisão, finalizou a pedreira Michelle Zonato com uma kimura, aos 11 minutos de luta. Michelle há sete anos é namorada do campeão mundial Robert Drysdale.

Outra estreante no ADCC será Vanessa Porto (até 60Kg), fera do vale – tudo feminino, que carimbou seu passaporte ao envergar o braço de Hellen Barros (Of Brothers) restando 7m04s para o fim – com direito a uma conversa serena entre as duas após a final.

Já a carioca Hannete Quadros, que no ADCC 2005 perdeu para a campeã acima de 67 Kg, a goiana Ju Borges, desta vez não quis saber muito de estratégia e foi para pegar. “Ela estava com um jogo marcado, agora tem um leque de finalizações para não deixar dúvidas. E até trabalho psicológico está fazendo para ir bem no ADCC”, conta seu professor André Negão. O resultado foi um lutaço contra Carol De Lazzer, que escapou de um triângulo assustador, mas minutos depois, ficou no mata – leão. “Bah, não ia bater no início, mas saí do triângulo mesmo vendo estrelinhas”, confessou a gaúcha. Além da medalha, Hannette recebeu no ar os beijos estalados do mestre faixa – vermelha Francisco Mansur.

Favorita a beliscar uma medalha no Pan do Rj, Rosângela Conceição foi à seletiva aparentemente apenas para pegar a medalha, mas acabou fazendo luta eletrizante e curiosa contra Priscila França (Gracie Humaitá), que se agitava, enfezada, de um lado a outro. Quando a “Zanza” se concentrou, porém, bastou um empurrão para Priscila ir ao chão, virando presa fácil para a americana dos 100Kg da faixa-preta de Sylvio Behring.

Fonte:
- Revista Top Figth – Especial ADCC 2003 – Programa oficial do evento (Maio 2003).

- Revista Gracie Magazine – A História Ilustrada do ADCC 2007 – Nº 123 (Maio 2007).

- Revista Nocaute – Ano VI – Por Marcelo Dunlop (Fevereiro 2007.

SELETIVA 2007: 99KG

Postado por: Combat Br - novembro - 22 - 2010Adicionar comentário

Enquanto iam eliminando seus oponentes com distribuições de pesos precisas ou estrangulamentos, Cristiano Lazzarini, o popular Titi (com a primeira sílaba tônica, como em tite) e Antonio Braga Neto, o “Bebê” amazonense, seguiam célere rumo a uma das vagas da seletiva sul-americana de maior prestigio entre os fãs do ADCC. Tudo porque, no ano 2000, um certo Ricardo Arona começou a dinastia ao vencer a categoria, ser campeão no peso e absoluto e brilhar na superluta, derrubando o mitológico Mak Kerr. O feito tentará ser repetido este ano por Roger Gracie, o campeão até 99 Kg da seletiva de 2005, que tenta destronar Dean Lister e abiscoitar o prêmio de 50 mil dólares dado ao vencedor da superluta.

Por essas e por outras, o veterano Cristiano (Gracie Barra-BH) e o novato Braga Neto (GBCT) entraram concentradíssimos para uma final à vera, independentemente das academias co-irmãs. Depois de tanto esforço para chegar à decisão, aliviar não era uma opção, e a luta começou movimentada no chão, apesar do tamanho dos concorrentes. Com Titi por cima e poucos segundos para o cronômetro apontar oito minutos, quando a pontuação começa a valer, Neto fez um movimento arriscado no tabuleiro, buscando a inversão. Os olhos do aluno de Vinicius Draculino brilharam quase imperceptivelmente ao perceber o pescoço de neto, e o ataque foi fulminante: guilhotina e a puxada para guarda . O aluno de Roberto Gordo se debateu, mas deu tapinhas ao mesmo tempo que se desesperava com a vaga perdida. Xeque-mate, e o choro que começou no tapete e duraria até depois do pódio não tinha nada a ver com dor.

Fosse em respeito ao drama do amigo, fosse pela vasta folha corrida em competições, ou quem sabe até por saber da responsabilidade de suceder a Arona , Babalu, Cacareco e Roger como campeão da seletiva, Lazzarini foi outro que sorriu pouco após a conquista.“Titi já foi campeão mundial de jiu-jitsu, tem diversos títulos de kimono, mas precisou se afastar por algumas lesões chatas e o pessoal de repente não estava tão atento a ele”, vibrava Draculino.“Ele tem duas vitórias em vale-tudos a guilhotina e nos torneios sem kimono. “Em Campos já pegou muita gente boa com esse mesmo golpe, que na verdade ele dá de diversas posições. Acho que o pessoal tinha esquecido, que bom,” concluiu o professor radicado em Belo Horizonte.

Fonte:
- Revista Top Figth – Especial ADCC 2003 – Programa oficial do evento (Maio 2003).

- Revista Gracie Magazine – A História Ilustrada do ADCC 2007 – Nº 123 (Maio 2007).

- Revista Nocaute – Ano VI – Por Marcelo Dunlop (Fevereiro 2007.

SELETIVA 2007: 88KG

Postado por: Combat Br - novembro - 22 - 2010Adicionar comentário

Da experiência de seus 31 anos, Léo Vieira dava as dicas para uma boa atuação, nos três tapetes olímpicos abertos no Botafogo F. R. : “Estratégia conta muito, escutar o técnico também, mas comer pelas beiradas ajuda bastante aqui. Basta ver o Marcelinho no ADCC 2003”, lembrava. Ninguém se espantou, portanto, quando o lutador de vale – tudo da Brazilian Top Team Rosimar Toquinho Palhares, outro que ainda nem pegou a faixa – preta, saiu atropelando com chaves de calcanhar e quedas na concorrência. Contr.a T.arsis Humphreys, T..oquinho fez a melhor luta do primeiro dia de evento, que definia os quatro melhores de cada peso que lutariam no domingo. “Pior que eu estava ganhando após botá – lo para baixo, mas no fim ele me derrubou e caiu do lado, quatro pontos”, explicou Tarsis. Com a vitória nas quartas, Toquinho caiu no caminho da pedreira Rômulo Barral, que finalizara todas as suas lutas no sábado. O combate entre os dois mineirinhos prometia, mas o desfecho foi um pouco demais: ao agachar com má postura para sair de um triângulo, Toquinho deslocou um disco cervical, mas, num eletrizante embolo no chão, conseguiu arrochar a chave de tornozelo em Rominho, que após um tempo bateu diante da dor insuportável. Os dois estavam fora da briga pela vaga em Abu Dhabi, e agora torcem por um (merecido) convite e por uma recuperação de estaleiro.

Do outro lado da chave, no perde-ganha característico da triagem, Gustavo Ximu saía para Carlos Baruch, que perdia para Delson Pé de chumbo, o primeiro finalista. Com o barulho feito por Toquinho e por Barra, a fera de Teres´polis também viera pelas beiradas. Melhor para ele. Para tentat parar o atleta da Graie Barra, Tarsis voltava das arquibancadas.

A prova de que nada mais tirarias o título do capoeirista e campeão de jiu-jitsu viria no meio da luta, quando Delson mostrou a língua empapada de sangue para seu mestre, Adilson Bi.t a Tarsis livrou-se de uma queda e de um aperto no pescoço, mas não de uma punição ao ser empurrado para fora, e o maratonista Pé de chumbo, já de malas prontas para lutar pelos Pitbullis da IFL, pôde enfim dar seu clássico salto mortal – e lavar a língua para dar um monte de entrevistas.

Fonte:
- Revista Top Figth – Especial ADCC 2003 – Programa oficial do evento (Maio 2003).

- Revista Gracie Magazine – A História Ilustrada do ADCC 2007 – Nº 123 (Maio 2007).

- Revista Nocaute – Ano VI – Por Marcelo Dunlop (Fevereiro 2007.

SELETIVA 2007: 77KG

Postado por: Combat Br - novembro - 22 - 201023 Comentário

De todas as seletivas desde 2000, só houve um bicampeão: Marcio Cruz, o Pé de Pano. Pois na categoria até 76 Kg este ano, dois ex – campeões buscavam defender (ou recuperar) seus tronos. Roan Jucão Carneiro, que participou de todas as cinco seletivas e venceu em 2005, observava: “Hoje está muito mais profissional, e o nível é muito alto. Só atleta de elite e muita gente querendo os petrodólares!”. Com isso, era normal ver, em todas as divisões de peso, clássicos do jiu – jitsu ou batalhas decididas nos detalhes, como a vitória de Rominho Barral sobre Thales Leites, a derrota do favorito Rubens Charles Cobrinha para o experiente Marcelo Bocão e…a eliminação do próprio Jucão por Marcelo Uirapuru. Já o campeão de 2003, Daniel Moraes, mostrava porque eliminara Marcelinho Garcia naquela final na AABB, há quatro anos, e apresentava um jogo sólido quase à prova de erros. Quase, porque na final Daniel encontrou André Galvão, numa luta que trouxe o interessante duelo de Royler Gracie e Léo Vieira no corner.

Barba rala, panturrilha direita tatuada com o símbolo da extinta T.T. jiu – jitsu, Galvão retornava após derrota na seletiva de dois anos atrás (6 a 0 para Jucão). “Desta vez vim bem mais preparado. O Leozinho me deu uma puta sorte, amadureci sem kimono, e ainda fiz um trabalho importante com o nutricionista: após pesar 76,8 Kg, lutei já com 81 Kg e me sentindo ótimo”, disse a fera de 24 anos. Como prova da boa fase, o lutador natural de São Sebastião passou por André Bastos, pegou o colega Felipe Lingüiça no mata – leão , finalizou Rafael dos Anjos numa chave de calcanhar e pegou o visto para as finais ao dar uma blitz em Miltinho Vieira na prorrogação, aprisionando o lutador do Deep no triângulo, puxando – lhe a perna e depois intervendo e atacando a americana fatal.

Após o intervalo no evento, com direito a um minuto de silêncio em homenagem a Carlson Gracie e atletas perfilados para o hino nacional, foi a hora de Galvão e Moraes honrarem os versos de “Verá que um filho teu não foge à luta”. Como mandava o figurino, porém, na primeira metade da finalíssima, de 16 minutos, quando ainda não contam pontos, a movimentação começou dosada. Com Daniel Moraes e seu quadril pétreo por cima, André Galvão mal se mexia, mas mostr.ava que não desistiria até o fim. E, com quase 12 minutos de luta, enfim raspou. Foi a senha para partir para cima e atacar, aos gritos de “empacota!” da torcida. Galvão então pôs o joelho na barriga de Daniel três vezes, montou em duas ocasiões, levou um upa e terminou com um elástico surpreendente 16 a 2. A comemoração foi com os braços estendidos imitando um aviãozinho até Abu Dhabi, ou melhor, Nova Jersey.

Diante dos resultados recentes, que incluem uma vitória sobre Pé de Pano no Brasileiro de equipes de jiu – jitsu, Galvão teve de responder a perguntas cabeludas como: “Se você lutasse hoje com Marcelino, o atual bi-campeão da categoria no .ADCC, como seria?”. Galvão: “Com um kimono (risos)?” Bem, ele é um osso duro, não tem como eu dizer que vou ganhar. Minha vantagem é que estou chegando agora, enquanto o jogo dele é mais conhecido e pode ser melhor estudado pelos adversários.”, encerra André, medalha de ouro no peito e um cacho com cinco bananas na mão. Prêmios mais que merecidos.

Fonte:
- Revista Top Figth – Especial ADCC 2003 – Programa oficial do evento (Maio 2003).

- Revista Gracie Magazine – A História Ilustrada do ADCC 2007 – Nº 123 (Maio 2007).

- Revista Nocaute – Ano VI – Por Marcelo Dunlop (Fevereiro 2007.

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